Domingo, 22 de Março de 2009
AUTO-ESTIMA V

Que é que o sexo tem a ver com a auto-estima? Tem de facto muito, a ver. Efectivamente, como é natural, a confiança que temos em nós mesmos é condicionada pelos sentimentos: por aqueles que experimentamos e por aqueles que os outros têm em relação a nós. Portanto, a segurança de se ser amado, o prazer de amar são tudo componentes da seiva vital que alimenta a auto-estima. Assim como o viver sem inibições e sem medos, mas sim de uma maneira gratificante, a esfera da sexualidade.

 

 

Vivemos doravante num grande supermercado global. E, entre as muitas desgraças induzidas por esta sociedade cada vez mais descaradamente consumista, há também distúrbios compulsivos. É verdade que o impulso para comprar e consumir é apenas uma causa concomitante, mas as perturbações ligadas à dependência ´são cada vez mais numerosas e espalhadas. Dependência da comida, dos jogos de azar, da droga, do álcool e mesmo do shopping…

 

Quais são as reacções que derivam da perda da auto-estima? A melancolia e a depressão. Todavia, com frequência, o passado é mais difícil de enfrentar, na medida em que esconde segredos angustiantes.

 

A nossa criatividade não é condicionada pelos factos, está na nossa mente: ou melhor, na mente de quem pensa que há sempre algo a inventar, a admirar, a descobrir na vida. Em suma, quem é criativo não é negativo, não é conformista, não é apático, não é medroso, procura sempre uma solução, começando as frases com uma frase simples e de bom auspício: e se…? Uma atitude positiva atrai acontecimentos positivos.

 

“Antes de nascer, diz (Jacob Gellacqua), já existimos porque fazemos todos parte da mesma rocha. Depois, o tempo passa, a rocha esboroa-se; passamos de rocha a pedra, e de pedra a seixo. Mais tarde, o seixo esfarela-se, tornando-se areia, e então começa a viagem. O vento leva-nos para o alto, para o céu; faz-nos girar até ao infinito; pouco a pouco a areia transforma-se em pó. E quando se é pó, ninguém nos pode ver, ninguém nos pode agarrar; somos livres, podemos amar como quisermos. E mesmo sendo de pedra, somos leves como a luz”.

 

 

 

Manuel, 22/03/2009

 



publicado por Palhota da MalaMala às 23:34
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