Sexta-feira, 27 de Março de 2009
PENSAMENTOS XII

Outra excelente fonte de gratidão e paz interior é gastar um minuto, todos os dias, pensando em alguém a quem devemos amar.

 

Se quiser que a sua vida seja pacífica e boa, será útil tentar empenhar-se em fazer coisas boas e pacíficas. Uma das minhas maneiras favoritas de desenvolver estas qualidades é praticar os meus próprios rituais de ajuda. Estes pequenos actos de benevolência são oportunidades para nos lembrarmos de como é bom sentirmo-nos gentis e prestáveis.

 

Tudo o que Deus criou é potencialmente sagrado. A nossa tarerfa como seres humanos é encontrar o sagrado em situações que parecem ser pouco sagradas. Sugere que quando aprendemos a fazer isso, aprendemos a nutrir as nossas almas.

 

 

É fácil ver a beleza de Deus num pôr do sol magnífico, numa montanha cheia de neve, no sorriso de uma criança saudável ou nas ondas do mar a bater na areia de uma praia. Mas será que sabemos ver o sagrado em circunstâncias aparentemente feias – lições difíceis da vida, tragédias familiares, na luta pela vida?

 

 

Quando as nossas vidas se enchem do desejo de ver o sagrado nas coisas de todos os dias, algo de mágico acontece. Um sentimento de paz invade-nos. Começamos a ver os aspectos enriquecedores da vida quotidiana, que antes estavam escondidos. Quando nos lembramos de que tudo traz as impressões digitais de Deus, isso é o suficiente para tornar tudo especial. Se nos recordamos deste facto espirítual quando estamos a lidar com uma pessoa difícil ou a lutar para pagar as nossas contas, a nossa perspectiva amplia-se. É sempre útil lembrar que Deus também criou a pessoa com quem está a lidar ou que, embora esteja a lutar para pagar as suas contas, é efectivamente abençoado por ter o que tem.

 

 

Em algum lugar, no fundo da sua mente, tente sempre lembrar-se de que tudo tem as impressões de Deus. O facto de não conseguirmos ver a beleza em algo não quer dizer que ela não exista. O que talvez esteja a acontecer é não estarmos a olhar com muito cuidado ou com a perspectiva ampla com que deveríamos olhar.

 

Quando julgamos ou criticamos outra pessoa, não são os seus defeitos que denunciamos, mas os nossos: a nossa necessidade de sermos críticos.

 

 

Manuel, 27/03/2009



publicado por Palhota da MalaMala às 08:33
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Junho 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


posts recentes

"A Frelimo de hoje dá cob...

LEITURAS .1.

PENSAMENTOS XII

AUTO-ESTIMA V

PENSAMENTOS XI .Culpado...

PENSAMENTOS X .Perceber...

PENSAMENTOS IX - "Gratid...

PEGADAS NA AREIA

PENSAMENTOS VIII

AUTO-ESTIMA IV

arquivos

Junho 2013

Março 2009

Fevereiro 2009

Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds